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Eleições 2022 – Em reação a video de Mandarino, Roma diz que seu secretário de segurança será severo no combate ao crime

Face a crescente onda de crimes e as flas do secretário de segurança pública da Bahia, o pré-candidato ao governo da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma -PL, rechaçou veemente a possibilidade de, no caso de eleito, ter um secretário de secretário de segurança pública como o atual do governador Rui Costa (PT).

A manifestação se deu em entrevista à rádio Subaé, de Feira de Santana, nesta quarta-feira (18). Roma respondeu se o auxiliar de Rui Costa poderia ser mantido num possível governo sob o seu comando. Antes da pergunta, lhe foi apresentado um vídeo no qual o secretário Ricardo Mandarino emite opiniões discutíveis com relação às drogas.

João roma-PL, pré-candidato a governador da Bahia

“Ele não seria secretário um dia sequer em meu governo. Vá fazer apologia às drogas na casa da mãe joana. Um pronunciamento desta natureza é tripudiar do sofrimento de milhares de famílias que sofrem com filhos no descaminho do mundo das drogas, envolvidos em mortes e crimes”, disse Roma.

O pré-candidato bolsonarista destacou que essa é a mudança que pretende fazer no governo da Bahia. “Vamos mudar a postura, principalmente na segurança pública. Combater de forma severa o crime organizado que teve solo fértil nos anos petistas. Vamos dar respaldo e condições aos policiais para vencermos esta guerra, que já ceifou a vida de 75 mil baianos nos últimos 16 anos”.

Para Roma, os governos do PT não reagiram. “Não tomaram providência. Somos os recordistas nacionais de homicídios, quando a média de assassinatos cai no Brasil. E ainda assistimos à nossa juventude ser cooptada pelo mundo do crime, sem perspectivas devido à falta de oportunidades, consequência do também descaso com a educação pública, a pior do país”.

Ressaltando que a Bahia precisa seguir de mãos dadas com o Brasil, o ex-ministro da Cidadania citou dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que atestam a queda do número de assassinatos no Brasil no primeiro trimestre deste ano. “Infelizmente não vemos isso aqui na Bahia”.

Com informações da ASCOM João roma